Pop Art de um desconhecido


Por Artur Izak Faria, funcionário de uma grande livraria de São Paulo

    Eu acho difícil explicar, ou falar sobre, algo que não se sabe como começou. O primeiro registro que tenho em relação a alguma possível ligação com a arte é estar numa mesa tentando desenhar um brinquedo, ou algo similar, apenas olhando. E, claro, não conseguindo.

Depois, durante o ensino fundamental, Artes era a matéria em que mais me destacava, inclusive fazendo os trabalhos de casa para alguns amigos. Mas foi na graduação em Educação Artística que pude desenvolver e ver qual caminho meus trabalhos seguiriam e concluir pesquisas e estudos sobre movimentos, estilos e artistas, dos quais muitos são influências nos meus trabalhos. Andy Warhol, Keith Haring e os artistas da Pop Art, Tom Of Finland, Michael Breyette e a Queer Art, além dos artistas da arte contemporânea.

Como já comentado, meus trabalhos têm ligação com a Pop Art, na intenção de retratar os artistas ligados a ela, cantores, atores e algumas celebridades. Madonna, Angelina Jolie e Amy Winehouse são algumas entre elas, além da série inspirada no mártir de São Sebastião, nus masculinos, pôsteres de filmes e imagens religiosas feitas por encomenda.

Das exposições das quais participei, as de maior destaque foram o Salão de Arte da Universidade Cruzeiro do Sul e a Free Art. Na primeira, a obra escolhida por um corpo de júri foi ‘Sebastiane’, e na Free Art foram doados seis trabalhos.

A intenção da Free Art é que, ao fim de cada dia de exposição, os frequentadores podem levar pra casa a obra de que mais gostaram. Minha arte é o que sou, não tenho muito como descrever a sensação de fazer arte, é algo que apenas quem sente pode entender.

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Transporte em São Paulo é insuficiente para a demanda da Copa de 2014


Metrô em SP é mínimo em comparação
às linhas de Santiago e Seul
(Mariana Estevam)
De acordo com a revista ' The Economist', apesar dos avanços no transporte público de São Paulo, a estrutura ainda é insuficiente para atender às demandas da cidade. Segundo a publicação, os 71 quilômetros da rede do metrô, que transportam todos os dias milhares de pessoas, são mínimos para uma cidade com cerca de 19 milhões de habitantes. O artigo afirma ainda que o desenvolvimento no setor de transportes leva tempo e deve contar com a ajuda da iniciativa privada, além do dinheiro público, para crescer.


Fontes: Terra, BBC, G1.



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Bilíngues têm mais chances de retardar Alzheimer, diz estudo


O uso de duas línguas estimula o
controle cognitivo (Banco de Imagens)

Em recentes estudos, pesquisadores canadenses constataram que o cérebro das pessoas bilíngues está mais protegido dos declínios cognitivos e podem tornar tardio o aparecimento de doenças degenerativas. Os cientistas acreditam que, pessoas que exercem o uso de duas línguas estimulam regiões do cérebro que são básicas para a atenção geral e o controle cognitivo. O estudo comprova que o bilinguismo ajuda a atrasar em até cinco anos a aparição dos sintomas do Alzheimer.

Fontes: Estadão, Terra, Vírgula.
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Ônibus-biblioteca traça rota de conhecimento


O projeto da Prefeitura de São Paulo segue um roteiro de cultura, oferecendo acesso a gibis, livros e periódicos gratuitamente

Por Daniele Motta, Déborah Aranhos e Vitor Silveira

O ônibus traz cultura e conhecimento
para a população de várias regiões
de São Paulo (Déborah Aranhos)
O programa ônibus-biblioteca conta com 12 veículos para atender as regiões da cidade (norte, sul, leste e oeste), seguindo uma rota pré-estabelecida. É possível retirar as obras e devolvê-las uma semana depois, quando o ônibus voltar ao local.
O percurso atende a 72 pontos da cidade de São Paulo, dos quais, 24 são na Zona Leste. “Tentamos atender a maior parte dos pedidos da população, mas nem sempre é possível. Às vezes, já existe uma biblioteca pública próxima ou é em uma ladeira muito íngreme, ou uma rua muito estreita onde o ônibus não passa. Por isso, fazemos um estudo da localidade e do movimento na região, pois tentamos atender o maior número de pessoas”, explica Marta Nosé Ferreira, coordenadora do projeto. 
Para participar do programa, é necessário apresentar RG e um comprovante de residência. “Mas, se a pessoa não tiver nenhum dos dois, pode fazer a matrícula da mesma forma. Não proibimos ninguém de ter acesso aos livros, pois atendemos pessoas em situações críticas, como moradores de rua, ex-presidiários ou pessoas que tiveram suas casas alagadas”, esclarece Marta. 

O público é composto em maior parte, por crianças
 como Mateus Aparecido Alves da Silva Pereira, 9, que participa do projeto desde seus 5 anos. “O ônibus tem bastante livros legais. Os que eu mais gosto são revistas de super-herói”, relata Mateus.
Mãe e filho curtem juntos os livros
 disponibilizados pelo projeto
 (Déborah Aranhos)

O projeto encontra dificuldades em casos em que os pais querem proibir seus filhos de ler. “A experiência mais marcante que vivi no ônibus foi uma criança que chegou aqui chorando, falando que a mãe dela não queria permitir que ela lesse como uma forma de punição e a criança teve que pegar livros escondida. Outra criança chegou com um livro encharcado, que a mãe o molhou para que brigássemos com ela e ela não pudesse mais pegar os livros”, relata Cícero Danilo da Silva, 24, coordenador do roteiro da Leste 1.

Mas, com Jacileide Alves da Silva Pereira, 47, mãe de Mateus, é diferente. Ela incentiva seus filhos à prática da leitura e os acompanha até o ônibus. “Acho importante ter esse ônibus e acho que ele não deve sair daqui, já que não podemos ir à biblioteca, comprar livros, viemos aqui, pegamos os livros e fazemos a leitura em casa. Quando tenho tempo, até leio com ele”, relata Jacileide.

 A iniciativa nasceu em 1935, quando Mário de Andrade convenceu o então prefeito, Fábio Prado, da necessidade de levar livros à população, através de uma unidade móvel. O projeto foi interrompido durante a Segunda Guerra, mas, desde 1979, voltou a atender à população. 
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Abertas as inscrições para o Programa Bolsa Universidade em SP


Programa Bolsa Universidade
(Banco de Imagens)

Estarão abertas até 13 de abril as inscrições para o Programa Bolsa Universidade, com 6.650 vagas para diversas regiões do Estado. Os aprovados receberão bolsa integral e serão encaminhados para trabalhar como educadores no programa Escola da Família. Podem se candidatar às vagas os estudantes que concluíram o ensino médio, ingressaram em uma universidade conveniada ao programa, não recebem bolsa de estudos e tem disponibilidade para trabalhar aos fins de semana.


Fontes: Estadão. 
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Gastos com tablets causam polêmica


Deputados ainda tem a disposição
notebooks e computadores da
Assembléia (Alessandra Freires)

Alegando necessidade de modernização e economia de papel, cinco dos 26 Estados brasileiros já compraram tablets para seus deputados das Assembleias legislativas. O maior problema não foi a compra, e sim o investimento feito sem licitação, que atingiu uma média de R$2.500 por aparelho. Esse valor poderia variar dependendo da marca e do modelo escolhido por cada Estado. No Estado do Paraná, após divulgação em edital, a compra foi cancelada pela má repercussão na mídia.


Fontes: R7.
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Ibirapuera abriga a maior exposição de rock da América Latina


Acervo com 200 imagens raras
 impressiona. (Banco de Imagens) 

Feita em parceira com o Hall da Fama do Rock e de colecionadores, a exposição "Let's Rock" traz artigos raros, instrumentos, imagens e documentários sobre as maiores bandas de rock nacionais e internacionais. Além destes itens raros, o que chama a atenção é a organização por décadas, levando o público a uma verdadeira viagem no tempo até as bandas de rock atuais. A exposição acontece na Oca do Parque do Ibirapuera, e vai do dia 4 de abril até 27 de maio e promete agradar os fãs de rock.

Fontes: Folha, Estadão, Portal Cidade de São Paulo.
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Brasil perde 8 bilhões por não reciclar, diz pesquisa


Política de descarte e reutilização do lixo propõe uma cidade mais sustentável

Por Lucilene Oliveira, Suellen Grangeiro e Tamiris Gomes

Dados do Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2010 revelam que o país perde R$ 8 bilhões com o não aproveitamento dos resíduos sólidos urbanos. Por conta desta estatística foi sancionada em 2010 a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

José Valverde Machado Filho, diretor do Departamento de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e autor do estudo que resultou na lei estadual e nacional de destinação de resíduos sólidos, aponta esta política como fator essencial na efetivação de uma cidade sustentável. “A lei Nacional de Resíduos sólidos tramitou no Congresso Nacional por mais de 20 anos, mas chegamos a um modelo de legislação, um conjunto de diretrizes para tratar desse tema”, afirmou.

Além da questão da sustentabilidade, a lei determina que até 2014 não haja lixões no Brasil e trás o viés econômico e social da reciclagem na implantação da logística reversa. “Essa é uma lei ambiental, social e econômica, com o intuito de construir um conceito de política pública”, disse o diretor.

Em 2010 foram gerados 60 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Só a cidade de São Paulo gera aproximadamente 15 a 17 mil de resíduos sólidos todos os dias. Destes 60 milhões 54 foram recolhidos e 57% foram enviados de maneira ambientalmente adequada ao aterro sanitário.

De acordo com Davi Amorim, do setor de comunicação do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), a PNRS prevê uma responsabilidade compartilhada. “Antes o responsável pelos resíduos sólidos era só o município, hoje é também o morador, as empresas que produzem e o poder público. Então, é um aparato de responsabilidades”, avaliou.

Dentro disso, o movimento propõe que as cooperativas realizem seu trabalho não mais de maneira gratuita, mas que os catadores, como garante a lei, façam parte da cadeia de gestão de reciclagem. Em São Paulo existem 21 cooperativas que são conveniadas pela Prefeitura local e mais 108 grupos de catadores não formalizados, de cooperativas e associações, que trabalham coletivamente, porém, sem o suporte da Prefeitura.

A consulta pública “Você no Parlamento”, viabilizada pela Rede Nossa São Paulo e Câmara Municipal de São Paulo, mostrou que em relação ao tema “Consumo e Meio Ambiente”  75% dos entrevistados optaram pela implantação de coleta seletiva e reciclagem de lixo em toda a cidade. Para que isso ocorra, de forma que haja articulação entre as esferas do poder público, o engajamento das entidades setoriais e participação da sociedade, é preciso de organização. 
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Benefícios do chocolate para a saúde


Além de gostoso, um benfeitor para
 saúde (Banco de Imagens)

Uma das maiores paixões mundiais, hoje o chocolate vem se tornando um forte aliado à saúde, pois suas substâncias causam grande satisfação. É um alimento nutritivo, contém as vitaminas A,B,C,D e E, além de ajudar a combater a depressão e a ansiedade. Entre seus benefícios, temos proteção contra derrames, ajuda no emagrecimento, melhor raciocínio, entre outros. O chocolate amargo é o mais indicado, por sua matéria-prima ser o chocolate. Deve-se manter o consumo moderado.


Fontes: Revista Saúde, Portal Minha Vida, Portal Mundo das Tribos.
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