Estudo realizado na França prevê cura contra HIV

(Banco de Imagens)

Estudo realizado pelo Instituto Pasteur – França – divulgou esta semana a cura funcional de 14 pacientes com HIV. O estudo surgiu após os médicos dos Estados Unidos anunciarem a cura funcional de uma menina, a criança nasceu da mãe portadora do vírus, e foi tratada logo após o parto, alcançando a cura funcional. O estudo prevê que nem todos os pacientes poderão ser curados, mas alguns podem ser curados se receberem os medicamentos com rapidez suficiente.

Fontes: Estadão, Exame, Folha
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Meia-atacante do Botafogo agora é estrela no Complexo do Alemão


Jogador do Botafogo “Vitinho” aos 19 anos é considerado estrela no Complexo do Alemão, pelos seus dribles ousados e grande determinação na conquista do título da Taça Guanabara. Apesar do grande momento que vive hoje no Botafogo como meia-atacante, Vitinho teve como adversários imensas dificuldades por nascer e ser criado no Complexo do Alemão, uma região do Rio de Janeiro que há muito tempo foi considerada uma das áreas mais violentas da cidade. Ele ainda teve que enfrentar barreiras no clube quando subiu aos profissionais no ano passado, e por não ser convincente teve que ser rebaixado novamente aos juniores.

Fontes: Yahoo, Globo, Terra 
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Egípcios são condenados a prisão perpétua e morte por massacre


Quatro acusados pelo massacre ocorrido no estádio de Port Said, ocorrido no ano passado foram condenados a prisão perpétua no Egito. O juiz Sobhi Abdelmeguid manteve a pena de morte para outros 21 acusados. A condenação foi anunciada em praça pública, com manifestações pró e contra a sentença do juiz. O massacre aconteceu durante a partida entre Al-Masry e Al-Ahly, válida pelo campeonato egípcio, 72 pessoas morreram.
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Demitidos pelo Flamengo, ginastas ganham patrocínio de estatal


A Eletrobrás-Furna, estatal de energia, anunciou o contrato de patrocínio com os esportistas que tiveram seu contrato encerrado pelo Flamengo no mês de março. A ajuda publicitária dá o direito de uso de imagem de todos que foram demitidos pelo Clube, o técnico Renato Araújo e os atletas como Caio Campos, Dani Hypólito, Petrix Barbosa, Sérgio Sasaki e Jade Barbosa em um valor que varia entre R$ 70 mil e R$80 mil mensais. A empresa Furna tem como objetivo para os atletas, projetos institucionais, maior visibilidade e futuros patrocínios.


Fontes: Uol Esporte, ESPN
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Click da Semana

Por Thalita Monte Santo

Pedindo a esmola de um simples amanhã (foto Thalita Monte Santo)

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Entrevista exclusiva com Bruna Sales


Bruna Sales tem 22 anos, terminou a faculdade em 2012. Estagiou na Agência Cool, Revista Imprensa e atualmente na Communica Brasil. Trabalha desde os 16 anos, e já foi auxiliar administrativa, recepcionista e auxiliar de vendas, antes de entrar na área. Além de ter feito um curso de diagramação, de informática e Inglês no CNA. Agora ela conta um pouco mais sobre suas escolhas, experiências e sua paixão por escrever.

Bruna Sales é fomarda em jornalismo pela Unicsul e atualmente
trabalha na Communica Brasil (Divulgação)



O que te levou a escolher ser jornalista?
Eu era encantada pelo uso das palavras, pelos livros, pelas revistas, pelos jornais. No ensino médio, meu desejo era fazer História ou Jornalismo. Apreciava escrever redações, gostava das aulas de português, de inglês, enquanto detestava as aulas de matemática, química e física. A partir daí, já começamos a sentir afinidade com alguma área e percebemos aquilo que não nascemos para fazer. De olhos fechados, indecisa entre os dois cursos, sem saber o que seria do futuro, escolhi a segunda opção e não me arrependi.

Qual era sua visão de jornalismo enquanto estudante e o que mudou depois que se formou?
No começo, pensava como muitos estudantes: “Ah, eu gosto de escrever”. Mas no decorrer do curso, aprendemos que o fazer jornalístico vai muito além disso. Aprendi a ter uma visão crítica a respeito de todos os assuntos, um pouco sobre economia, política, cultura, direito, turismo. Aprendi sobre “a prática diária da inteligência e o exercício cotidiano do caráter”, como dizia Cláudio Abramo. Fiquei chocada com veículos de comunicação sensacionalistas e “ditatoriais”. Hoje, depois de formada, tenho uma visão crítica ampla e intensa sobre as notícias e os assuntos abordados. Um jornalista tem que saber ver além do que está ali, na TV, no rádio, no jornal.

Quais as dificuldades enquanto estudante para conseguir um estágio?
Não foi fácil e nenhum caminho é fácil. Participei de diversas entrevistas para conseguir o primeiro estágio e, nesse tempo, perde-se a esperança diversas vezes. Os veículos solicitam que você tenha experiências anteriores, bons cursos, simpatia. Neste momento notamos que a área é realmente um pouco restrita, no entanto, se o estudante é dedicado, inteligente, esforçado e, acima de tudo, consegue colocar na prática tudo o que aprendeu em sala de aula, o espaço está garantido. No meu caso, para conseguir o primeiro estágio, precisei escrever dois texto. Diante disso, foi fundamental saber escrever bem, ter em mãos todos os truques jornalísticos e usufruir bastante da gramática. É preciso ler muito para escrever bem.

Qual área de atuação você mais se interessava quando começou? E permanece a mesma?
Sempre quis trabalhar em redação. Queria meu nome estampado nos jornais, com reportagens belas e dignas elaboradas por mim. Na Universidade, pude praticar muito isso. Atualmente também, porém de uma forma diferente, pois trabalho em uma agência de comunicação e produzo textos para vários clientes. Não vejo meu nome estampado nos jornais, mas me delicio entrevistando pessoas diferentes todos os dias e escrevendo textos sobre diversos assuntos, seja sobre almoços de Páscoa, campanhas solidárias, festivais, inaugurações, festas, etc.

Quais experiências você já teve enquanto estudava? E depois de formada?
Muitas experiências. Uma das mais marcantes foi entrevistar Hamilton Octávio, editor-geral da revista Caros Amigos, um profissional com pensamento humilde, esquerdista e objetivo. Durante o estágio, viajei à Brasília para acompanhar o Prêmio Sebrae de jornalismo, em que conheci jornalistas do país inteiro com experiências diferentes e bagagem cultural peculiar. Também vivenciei reportagens amargas, como uma que fizemos sobre o aumento da passagem de ônibus de São Paulo, enxergando a hipocrisia de quem está no poder e o descaso com a situação pública, mas acompanhei contente a luta dos movimentos sociais que brigam para mudar a realidade. Me formei em 2012 e, por enquanto, estou aproveitando os benefícios de uma vida formada.

Você acredita ter feito uma boa escolha de profissão?
Sim, claro. Penso que não saberia fazer outra coisa. Apesar da área ser restrita, se você for um profissional competente, dedicado e amar o que faz, tudo fica bem. Em relação a questões financeiras, a área corporativa é bem atrativa.

Quais são seus planos para o futuro? Alguma meta a bater?
Iniciei um curso de inglês online, pois na nossa área é fundamental ter um segundo idioma. Pretendo fazer uma pós, talvez ano que vem. Os objetivos e sonhos para o futuro são vários: carro, apartamento, especializações.

Qual o conselho que você dá para os estudantes ou para as pessoas que querem estudar jornalismo?
Ler bastante, principalmente livros jornalísticos, políticos, referentes a nossa área; procurar conhecer os veículos de comunicação, pelo menos os mais importantes, e conhecer mais ainda sobre os veículos que tiver interesse em atuar; prestar atenção nas aulas e não deixar o conhecimento apenas ali, buscar escrever, gravar e se interessar realmente por aquilo que você escolheu; perguntar diante das infinitas dúvidas que vão surgir; se aprofundar em outro idioma, como puder, seja por meio de filmes, livros e internet, que atualmente é um poço de conhecimento se soubermos utilizar. É importante não desistir diante das inúmeras dificuldades, manter o pensamento positivo, ter força, determinação e bom desempenho.
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Remédios para emagrecer entram na mira da Anvisa


Agência Nacional de Vigilância Sanitária nega liberar remédios para emagrecer


Por Cauana Moraes

Parlamentares querem que remédios para emagrecer sejam liberados com receita.
 (Banco de Imagens)
Parlamentares da Seguridade Social pretendem colocar em votação o projeto de Lei número 2431 de 2011 que proíbe certos medicamentos para emagrecer, alegando que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não tem dados suficientes para comprovar que os medicamentos realmente sejam prejudiciais à saúde.

A negociação é em função da liberação desses medicamentos já que parlamentares desejam que eles sejam vendidos nas farmácias apenas com receita médica, assim como já acontece com os antibióticos. Em conversa com o endocrinologista André Xavier, o mesmo afirma que a medicação é importante na terapia multidisciplinar da obesidade, mas, não deve ser o único componente nesse tratamento que também necessita de atividade física e reeducação alimentar. Para estes medicamentos serem receitados, é indispensável uma boa avaliação clinica, já que eles possuem vários efeitos adversos, ainda mais se forem utilizados sem um controle médico. Eles podem causar efeitos cardiovasculares e até psíquicos.

Karina Souza utiliza remédios para emagrecer há cerca de 1 mês, e afirma que já reduziu três quilos. Para ela, foi receitado um remédio de fórmula manipulada, que contém entre outros componentes, óleo de coco, cartamo e jabuticaba. Ela diz que além do auxílio do medicamento, precisa se reeducar para não recuperar o peso perdido e ser vítima do dito ‘efeito sanfona’, muito comum para quem faz o uso de remédios sem acompanhamento médico adequado. Karina diz querer perder 8 quilos, porém “não em tempo recorde”.
A justiça pretende abrir uma nova seção em maio, para o Dr. André Xavier, o modo como esses medicamentos estão sendo tratados é equivocado, “Pois para toda regra exige uma exceção. Se forem respeitadas todas as normas médicas, não há problema algum na utilização desses remédios”.


Fonte: Folha de S. Paulo, Karina Esteves, Dr. André Xavier
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Bola oficial da Copa das Confederações está em exposição


Batizada de Cafusa, a bola que será usada nos jogos da Copa das Confederações estará em exposição no Museu do Futebol, de 22/03 a 31/12, onde o visitante poderá interagir brincando com ela. Cafusa ficará na sala Chute a Gol, um lugar interativo em que o visitante poderá testar a velocidade do seu gol e ainda obter uma fotografia do momento do chute gratuitamente no site do Museu. O nome Cafusa reflete três símbolos da cultura brasileira: carnaval, futebol e samba.

Serviço:
Museu do Futebol, das 09h às 18h, entrada gratuita
Praça Charles Miller, s/nº - Estádio do Pacaembu
Pacaembu – Centro
(11)3664-3848


Fonte: Catraca Livre
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Um outro olhar sobre a Copa no Brasil

Com engajamento e otimismo um grupo de estudantes quer fazer da Copa um marco para melhorar o País

Por Marcello Barbosa


(Banco de imagens)
O assunto Copa do Mundo no Brasil tem se tornado corriqueiro em todas as partes de São Paulo, desde as pautas de jornais até mesmo no papo de boteco, no trem ou no metrô. O País que em jogos da Copa transforma os dias comuns em feriados e pontos facultativos, sediará o evento em 2014 e com isso várias perguntas surgem, entre elas, existe uma que não quer calar: O que de fato a Copa vai trazer de positivo ao Brasil?


Vemos uma onda de pessimismo que chega ao ponto de dizer que a Copa não vai dar certo. Nesse contexto um grupo de estudantes cria um Projeto chamado “Imagina na Copa” que surge com este nome por causa de um bordão muito utilizado nos dias de hoje: “Se as coisas estão desse jeito agora, imagina na Copa!”. Para os integrantes deste projeto, a Copa será muito importante para o Brasil e vai dar certo, mas também acredita que isso será possível não apenas com a organização governamental, mas com o ativismo de milhares de jovens que devem tomar essa responsabilidade para si, com o engajamento em ações que vão fazer essa Copa dar certo não apenas no sentido esportivo mas também como um trampolim para que o Brasil possa avançar.


Mariana Campanatti, 25 anos, é uma das fundadoras deste grupo e comenta que ele nasceu de uma conversa de amigas, onde queriam fazer algo, até mesmo porque todo mundo reclamava da Copa. “O projeto está organizado nas 12 cidades que vão sediar o evento (Rio de Janeiro, São Paulo, Belo Horizonte, Porto Alegre, Brasília, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Manaus, Natal, Recife e Salvador) começou com a copa mas queremos ir além da copa. A copa é um prazo para fazer outras coisas. Nossas ações são concentradas em divulgação de conteúdo (vídeos, textos) e a organização de oficinas onde as pessoas descobrem o Projeto pela Internet, sabe que vai acontecer uma oficina e acaba participando dela.”


O “Imagina na Copa” possui mais de 13 mil pessoas que acompanham o projeto pelo Facebook, recentemente em uma atividade chamada “Que ônibus passa aqui”, no qual com a falta de informação de quais ônibus passavam nos pontos, mais de 3 mil pessoas em várias cidades passaram a colar adesivos informando para as pessoas quais os ônibus que passavam em determinados pontos. A meta do Grupo é chegar a 1 milhão de pessoas engajadas.
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