Aumento de caminhões danifica trecho da Avenida Jacu Pêssego

Sem preparo para passagem de caminhões de grande porte, via é maltratada, causa aborrecimentos e não é reparada

Por Renata Pereira e Sheila Procópio

Cenas como essas são recorrentes na Avenida
Jacú Pêssego;. (Por Sheila Procópio)
Dirigir na cidade São Paulo não tem sido tarefa fácil. Uma das inquietações dos condutores são as inúmeras irregularidades nas vias. Não apenas as locais, mas também as de trânsito rápido, como a Avenida Jacu Pêssego. Após sua ligação com o rodoanel, o aumento do tráfego na região leste (trecho Itaquera) foi imediato, principalmente em relação a caminhões que agora utilizam a via com mais freqüência.
Junto a Praça Yasuo Yamamoto e ao lado do hipermercado Carrefour, o asfalto está extremamente danificado. Há buracos, rachaduras e até pedras derrubadas por caminhões que passam por lá e deixam suas cargas caírem por conta dos solavancos. “Estão passando muitos caminhões por aqui. Se é pra passar mais caminhões, então que preparem as ruas para eles e façam reparos quando preciso”, protesta Francisco Cláudio Nunes, prestador de serviço do Carrefour.
As más condições da via falam mais alto quando o motorista percebe que seu carro já não é mais o mesmo e que seus gastos com mecânico subiram. “Há anos existe a promessa de recapeamento nessa área e enquanto a gente espera, nem reparos são feitos. Eu, meu carro e meu bolso agradeceríamos”, cobra Caio Vandré, morador da região.
Em nota a subprefeitura de Itaquera disse que será feito um recapeamento na avenida e que a Usina de Asfalto está encarregada disso. Até agora não há previsões de reparos na área especificada e nem prazos para início ou término das obras de recapeamento.
Para solicitar reparos nas vias, é necessário ligar ou comparecer pessoalmente na subprefeitura do bairro em que o problema está ocorrendo. O pedido deve ser protocolado para que a equipe possa entrar em ação e resolver o problema. Em média, os reparos demoram no máximo três meses para serem realizados.
A subprefeitura de Itaquera está localizada na rua Augusto Carlos Bauman, 851. Telefone (11) 2944-6555.
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Dilma anuncia a construção de novas creches

Dilma Rousseff anuncia a liberação de R$ 800 milhões para a construção de 718 escolas de educação infantil com obras previstas para 2015. A presidente defendeu que o Governo federal estabeleça parcerias com governos locais sem olhar para o partido político responsável de cada município.
As obras fazem parte da segunda fase do PAC (Programa de aceleração ao crescimento). Dilma também defende uma formação de qualidade para os docentes.

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Fatec da Zona Leste oferece cursos preparatórios gratuitos


População aguarda a divulgação da data para
inscrições em cursos gratuitos. (Divulgação)
A Fatec (Faculdade de Tecnologia de São Paulo), Zona Leste, disponibilizará cursos gratuitos voltados para a população que tenha interesse em prestar concurso público. Os novos cursos são de português e matemática.

Durante o decorrer das aulas, os alunos também serão orientados em como realizar uma prova pública. Contudo, a Coordenação da Fatec divulgou que a data para as inscrições ainda não foi definida, mas em breve será anunciada.
Serviço:
Endereço: Av. Águia de Haia, 2893
Contato: (11) 2045-4002
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Número de saraus na capital paulista já passa de 60


Das zonas nobres à periferia, as reuniões para
demonstração de arte existem desde o século XIX e apresentam alto crescimento em São Paulo.




Por Bruna Sales

Nas areias da praia de Ubatuba, em São Paulo, um jovem jesuíta, acompanhado de fé e um bastão, escreveu 4.072 versos dedicados à Virgem Maria no primeiro século da colonização do país. Qual era o jovem? José Anchieta. Qual era a prática? Poesia. Essa arte se intensificou ao longo dos anos e anda se espalhando por diversos saraus na capital paulista. Segundo pesquisa da Poiesis (Organização Social de Cultura), o número de saraus na capital já ultrapassa 60. Dentre os lugares, onde podemos encontrá-los, estão: Vila Madalena, Bela Vista, Liberdade, Suzano, Tatuapé, Pinheiros, São Miguel Paulista, entre outros. A primeira pesquisa, realizada em agosto de 2009, registrou 32 pontos de poesia que estimularam a criação de novos. 

No Céu Vila Curuçá, na região de São Miguel Paulista, os saraus acontecem todo segundo sábado do mês com um tema específico para cada encontro. Nas apresentações, assuntos como literatura de cordel, teatro, amizade e homenagens a artistas famosos, como Mário Quintana, são abordados com frequência. Na Casa de Cultura de Itaim Paulista não é diferente. Sempre no último sábado de cada mês, jovens se reúnem para debater assuntos variados, filosofar, ler, dançar, tocar seus instrumentos e demonstrar a sua arte. No mês de março, o homenageado foi Carlos Drummond de Andrade e o nome atribuído ao sarau foi "O que dizem os umbigos". "Isso significa: não fique aí sozinho com seu umbigo, vamos juntá-los e ver o que pensam e dizem. É o pensar coletivo em ação", explica Camila Medeiros, estudante e participante do sarau há dois anos. A palavra Sarau origina-se de “ser eu”. Em sua poesia, Rogério Cattoni, integrante do sarau, explica: “Origem esta intuitiva e misteriosa, de clareza.De dimensões intensas e oportunidades inimagináveis. Seres que fazem este tipo de manifestação o chamam de Sereu, agora... é preciso coragem para assim chamá-lo”.

Apesar do crescimento notável dos saraus, para alguns participantes e músicos da região, a afinidade e o compartilhamento de informações precisam de mais divulgação. “Existem muitos saraus, mas para as pessoas participarem, é preciso mais incentivo e motivação”, afirma João Martins de Oliveira, autor de quatro livros, poeta e freqüentador  da Casa do Poeta Lampião de Gás.


Localizada próximo à estação da Liberdade, e com pouco mais de 60 anos, esta é a mais antiga organização associativa de poetas das Américas e seus integrantes defendem a poesia com unhas e dentes. “O soneto é o que há de mais belo e tocante na poesia. A música nada mais é do que a poesia com melodia embutida. Nós queremos mais jovens frequentando a Casa dos Poetas para que esse trabalho seja divulgado e levado adiante", afirma Wilson Jasa de Oliveira, poeta, jornalista e Presidente da Casa e do Movimento Poético de São Paulo.

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Paranapiacaba é fonte de cultura em meio à Mata Atlântica

 A única vila ferroviária do Brasil, com suas características de origem preservadas, foi fundada em 1874 e possui relevância histórica no cenário brasileiro. Paranapiacaba é destino turístico escolhido por muitos.  
              
                                      

Por Roseane Costa

Permeada por cultura e belas paisagens, a vila ferroviária de Paranapiacaba, a 60 km de São Paulo é uma boa opção aos que desejam conhecer um importante período histórico do país, desfrutando de tranqüilidade. Seu nome em tupi-guarani significa “lugar de onde se vê o mar” e surgiu no século XIX quando ingleses construíram a primeira linha férrea de São Paulo, a São Paulo Railway Company, impulsionando o transporte agrícola paulista. Ao longo dos anos ocorreram transformações que vão desde o declínio da vila até a sua recuperação e tombamento como patrimônio histórico nacional, pelo Iphan (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional).

Em 2001, a prefeitura de Santo André comprou Paranapiacaba e promoveu medidas de melhorias. Um exemplo é o Plano de Patrimônio, criado para expandir o turismo. O médico e proprietário de um dos restaurantes locais, Doel Sauerbronn diz que após a compra, o setor se intensificou, mas, o planejamento ainda pode melhorar. “Paranapiacaba tem ingredientes para fazer um bolo delicioso, precisamos misturá-los com competência”.

A arquitetura local delineada por influências portuguesa e inglesa, remete o visitante a uma viagem ao tempo, por meio de museus como o Castelinho e o Funicular, com rico acervo sobre a história ferroviária; o clube Lyra Serrano, até hoje com aspectos do início do século XX; a Maria Fumaça com lustres de bronze e tradições dos tempos áureos, como o “pau-da-missa”, eucalipto centenário em que noticiavam avisos sobre missas de sétimo dia.

A vila inspirou algumas obras literárias, dentre elas: A Casinha de Paranapiacaba, do jornalista Vicente Lamarca e Paranapiacaba: Um Paraíso a Ser Conhecido, do  poeta Benedito Lourenço Dias, sendo este último, um apaixonado pelo local desde os tempos de trabalho na Rede Ferroviária e no Museu Funicular. “Paranapiacaba influenciou meu processo criativo, unifiquei poesia e história, é uma rica fonte de consulta”, conta Dias.

O acesso à Vila pode ser feito com veículo particular ou de trem turístico, saindo da Estação da Luz. Quem prefere aventura, pode  ir pedalando. O cabeleireiro Eduardo Cheira percorre seis horas de São Paulo até Paranapiacaba e diz ser recompensado pela natureza. “Aproveito as belezas da vila e posso curtir a paisagem sem pressa”. 

As pousadas e os hotéis são diversificadas para atender os gostos e os bolsos dos visitantes. 
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Vídeo mostra “foquices” de jornalistas

A iniciativa é do Estado de S. Paulo. (Banco de imagens)
O vídeo “Foquices”, desenvolvido por estudantes do curso Estado de Jornalismo - 2010 mostra alguns erros de jornalistas cometidos no início de suas carreiras. Entre os jornalistas participantes, a jornalista Cristina Padiglione, editora do suplemento TV & Lazer e responsável pela coluna “Sem Intervalo”, do Caderno 2 do jornal O Estado de S. Paulo, aprendeu que é preciso vencer o constrangimento. Para Lourival Sant’Anna, repórter especial do Estado, sem apuração não se pode afirmar nada. Vale a pena conferir.

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Brasil ganha o primeiro jornal exclusivo para iPad

 
Um novo tipo de jornal é desenvolvido para iPad. (Banco de imagens)
Foi lançado em março, o primeiro jornal criado exclusivamente para iPad no Brasil, o “Brasil247”, dos jornalistas Leonardo Attuch e Joaquim Castanheira. O jornal não copia o formato dos veículos impressos e foi criado especialmente para explorar os recursos tecnológicos disponíveis na plataforma iPad. Além de articulistas e da redação, formada por 20 pessoas, recebe colaboração de leitores. O novo jornal já pode ser acessado gratuitamente pelo site http://www.brasil247.com.br/.

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Ex-repórter policial lança seu primeiro livro de ficção


Jornalista se aventura da
literatura de ficção. (Divulgação)

O jornalista, Marco Antonio Zanfra, autor do livro ‘’Manual do Repórter de Polícia’’ lança na quinta-feira (31/03) sua primeira obra de ficção, o livro “As covas gêmeas“ pela editora Brasiliense. O enredo deste romance está relacionado diretamente com a vida profissional do autor que durante 15 anos trabalhou como repórter policial. O coquetel de lançamento acontece a partir das 19h30 na livraria da própria editora. (r: Mourato Coelho, 111 - Pinheiros).
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Pesquisadores e estudantes terão acesso à Intercâmbio


Intercâmbio é um dos temas da agenda de
Obama no Brasil. (Banco de imagens)
Intensificar o intercâmbio entre pesquisadores do Brasil e dos Estados Unidos, é o que pretende um dos acordos definidos durante a passagem de Barack Obama ao país. A parceria dará início a um projeto chamado Diálogos Estratégicos, que apoiará a participação de docentes e pesquisadores de alto nível em programas de mestrado e doutorado. A nova medida pode dobrar o número de brasileiros com acesso a bolsas de estudos nos Estados Unidos.

Fonte: Portal MEC

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