Workshop: Telejornalismo e a Linguagem Popular


A Oficina da Palavra Casa Mario de Andrade apresenta o workshop “Telejornalismo e a Linguagem Popular”, panorama sobre o telejornalismo e sua popularização com as classes C e D brasileiras. Além de mostrar as principais mudanças na linha editorial, na linguagem, na estética e na narrativa deste fenômeno. Heidy Vargas é jornalista, mestre em Multimeios e pesquisadora da USP e Unicamp. As vagas são limitadas e a inscrições acontecem até o dia 24 de abril.

Inscrições

casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br

Período

Dias 5 a 26/5 – sábados – 10h às 13h

Oficina da Palavra Casa Mario de Andrade

Rua Lopes Chaves, 546 - Barra Funda - Cep: 01154-010
São Paulo - SP
Telefone: (11) 3666-5803 / 3826-4085
Funcionamento: segunda a sexta-feira das 13h às 22 h e ao sábados das 10h às 14h




















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Secretaria de Cultura promove cursos formativos


Abertas inscrições para o programa Oficinas Culturais, da Prefeitura de Guarulhos, realizado por meio da Secretaria da Cultura. Entre os cursos oferecidos estão vídeo documentário, fotografia, fanzine e literatura. O objetivo é proporcionar conhecimento nas diferentes áreas artísticas, desenvolvendo a criatividade. Os cursos ocorrerão em diferentes pontos da cidade, com a duração média de seis meses. Para informações sobre as inscrições, acesse: www.guarulhos.sp.gov.br e clique no link da Secretaria de Cultura.
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Cremilda Medina lança livro sobre suas casas


A jornalista, pesquisadora e professora de Comunicação Social Cremilda Medina lançou, no dia 16 de março, o livro “Casas da Viagem - De bem com a vida ou afetos do mundo”. A obra apresenta as memórias da jornalista, em que ela relembra fatos e sentimentos ligados às casas onde morou ao longo de sua vida, que começa por Portugal, passa pelo Rio Grande do Sul e chega a São Paulo.

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Eleitores brasileiros de todas as idades temem a política brasileira


Jovens entre 16 e 18 anos incompletos e idosos com mais de 70 anos têm o direito de não votar

Por Efraim Caetano, Henrique Santiago e Samantha Henzel


Aposentada vota em toda eleição
 mesmo sem obrigatoriedade
(Samantha Henzel)
            O voto, em âmbito nacional, levanta questões como sua obrigatoriedade e também a participação do brasileiro nas eleições. De acordo com Humberto Dantas, 36, cientista político, o voto é uma das principais portas de acesso à cidadania, mas a população, sobretudo a juventude, não se dá conta disso. “Os idosos votam, jovens votam menos. Maturidade e história explicam isso”, afirma. Dantas ainda argumenta que o interesse dos jovens em relação à política é pequeno. “Eles carregam potencial para isso, mas não são estimulados pela sociedade, acima de tudo pelos meios de comunicação”.
            De acordo com Maria Francisca Motta, assessora de comunicação do TRE (Tribunal Regional Eleitoral), os dados do público jovem e idoso diferem-se. “O eleitorado acima de 70 anos é superior a dois milhões. O número de jovens tem permanecido estável. Hoje, são cerca de 320 mil eleitores com 16 e 17 anos”, afirma.
Adolescente de 16 anos
emitiu título de eleitor para
 votar (Arquivo Pessoal)
Entretanto, há jovens que se interessam pela política e representam o empenho dessa geração. Luiza Vilela, 16, estudante, emitiu o título de eleitor recentemente para exercer seu voto de cidadã. “A política brasileira me motiva para mudar o cenário de corrupção existente no país”, diz. Luiza acredita que o incentivo ao voto tem de acontecer nas escolas. “As crianças deveriam aprender que votar não é uma obrigação, mas sim uma forma de melhorar o país”, argumenta.
            A não obrigatoriedade ao voto do idoso não os impede de contribuir com o futuro do país. Celsina Soares, 75, aposentada, afirma que o voto é uma forma de cobrar trabalho dos políticos no futuro. “Nossas decisões podem mudar o país. Eu costumo dizer que faço a parte de quem não está preocupado com quem se senta no poder e na ordem do Brasil”, diz.
            As eleições municipais terão início em 07/10 e o segundo turno, apenas nos munícipios com mais de 200 mil eleitores, será realizado no dia 28/10.

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Teatro coletivo leva cultura a bairros periféricos de São Paulo


Trazendo em suas apresentações críticas sociais ao Brasil, já fez apresentações em todas as regiões da cidade

Por Lucilene Oliveira, Suellen Grangeiro, Tamiris Gomes


Com música e emoção, atores encenam
realidade do trabalho no Brasil
 (Tamiris Gomes)
O Engenho Teatral foi criado em 1993 pela Cooperativa Paulista de Teatro, com a proposta de difundir a cultura em bairros periféricos da cidade de São Paulo. Desde então já passou por todas as regiões da cidade e atualmente está localizado no Carrão, Zona Leste. Com quase 20 anos de existência, o Engenho chegou a ficar fechado entre os anos de 2001 e 2002 e atualmente é mantido pelo Programa Municipal de Fomento ao Teatro.

Uma tenda montada em meio às árvores do Clube Escola Tatuapé abriga um grupo de teatro formado por seis atores e mais quatro pessoas de apoio. O Engenho Teatral busca em suas apresentações fugir do tradicional teatro apresentado nos grandes centros, a começar pela forma como os artistas e plateia são acomodados. Não existe palco, os atores em cena ficam no centro e o público ocupa as cadeiras na frente e ao lado das cenas. “Tudo é diferente dos outros teatros, a iluminação, o preparo, além do dinamismo das cenas”, afirma a secretária escolar Evani Chagas dos Santos, 55.

 Os espetáculos são criados e apresentados para um público-alvo das classes C e D que não possui o hábito de ir ao teatro com frequência seja pelo alto custo dos ingressos ou pela dificuldade de locomoção até os grandes teatros. A ideia do grupo é desenvolver um senso crítico na plateia com peças que satirizam os problemas sociais do Brasil, com inteligência e descontração. Em cartaz está a peça “Opereta de Botequim”, que, como o próprio nome já diz é um musical que tem como cenário um bar, onde o público tem uma aula sobre a história do Brasil, abordando o trabalho desde os primórdios da colonização até os dias atuais. Para a professora Viviane Sena dos Santos, 25, a peça traz uma reflexão sobre o papel do trabalhador na sociedade. “É angustiante ver como o trabalhador vem sendo explorado desde o ciclo do ouro, em 1700, até hoje”, comenta Viviane.
Beto Nunes comenta a liberdade
 dos atores do Engenho Teatral
 (Tamiris Gomes)

Luiz Carlos Moreira, um dos ativistas do projeto conta que o Engenho é um teatro de grupo, que foge da tradicional organização teatral. “No teatro de grupo o artista além de desempenhar diversos papeis, ele expõe os seus conceitos e visões no personagem que está desenvolvendo”.
Para os artistas, o teatro de grupo traz mais responsabilidades ao ator. “Não é simplesmente entrar no palco e encenar um papel. Aqui nós fazemos um discurso nosso, com o que eu penso e sinto. Depois da experiência com o teatro de grupo eu não me encaixaria nos espetáculos tradicionais, acho que eu seria uma pedra no sapato dos diretores e produtores”, conta o ator de “Opereta de Botequim”, Beto Nunes, 40.

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Chip em uniforme registra frequência de alunos às aulas na Bahia


Chips em Uniforme
 (Banco de Imagens)
Para manter os pais informados sobre a frequência de seus filhos às aulas, a prefeitura de Vitória da Conquista (BA) lançou um uniforme com chip que será distribuído aos alunos das escolas municipais. A cidade é a primeira do Brasil a receber o fardamento digital, que teve um custo de R$ 1,2 milhão. Baseado em radiofrequência, um mini chip fica no uniforme e um sensor na portaria da escola detecta o chip e envia um SMS aos pais avisando sobre a entrada ou ausência dos filhos na instituição.

Fontes: Terra. 
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Número de estrangeiros barrados no Brasil bate recorde no último ano


Mais de 10 mil estrangeiros foram
impedidos de entrar no Brasil
(Banco de Imagens)
  

Segundo a Polícia Federal, o número de estrangeiros barrados no Brasil aumentou 1.000% desde 2008, e o fluxo de turistas internacionais cresceu apenas 7%. Em 2011, uma média de 28 estrangeiros foram impedidos de entrar no país por dia, pela falta de documentos ou por não atenderem a pré-requisitos exigidos pela legislação. A exigência maior é com os espanhóis, que agora terão que comprovar hospedagem, passagens e recursos para ficar no país, assim como é feito para brasileiros que vão à Espanha.


Fontes: Terra, Diário Web, Folha. 
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Plano do governo estimula economia e incentiva contratações


Redução de impostos é utilizado
para incentivar a economia
(Banco de Imagens)

Plano Brasil Maior quer aquecer a economia, reduzindo gastos com funcionários e impostos, e fortalecer a indústria frente à crise internacional. O governo vai priorizar a compra de produtos nacionais, reduzir impostos, incentivar o setor automotivo e de comunicação. Para defender a economia do país, o governo aumentou impostos como o PIS e a Contribuição para Financiamento de Seguridade Social (COFINS), sobre produtos importados. Segundo o ministro da Fazenda, o país está com média de 4% do PIB nos últimos anos, e podemos crescer 4,5% neste ano.

Fontes: Estadão, G1, R7.
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“O preparo é estar bem descansado e alimentado”

Por Dener Sabino

Japinha acredita no crescimento
cultural da Zona Leste
(Arquivo Pessoal)
 Ricardo Di Roberto, baterista, tocará no Sampa Music Festival 6 com suas duas bandas de hardcore, CPM 22 e Hateen. Japinha, como é conhecido, se apresentará dia 22 de abril de 2012 no Espaço Victory, Penha. Em 2011 durante o Rock in Rio, o vocalista Corey Taylor teve experiência parecida tocando seu post-grunge da Stone Sour e o nu-metal de Slipknot no mesmo evento, porém, em dias diferentes, 24 e 25 de setembro, respectivamente. Nesta entrevista para a Agência Radar Jornalístico, Japinha nos conta um pouco sobre as expectativas sobre o evento.




Agência Radar Jornalístico - Como está a expectativa de participar do evento?
Ricardo Japinha: A expectativa é grande e boa, afinal, é um dos grandes shows do circuito de São Paulo. Tanto a banda quanto o público já vêm falando deste show há algum tempo, aumentando a ansiedade.

ARJ - Você tocará no Sampa com as duas bandas (CPM 22 e Hateen)? Qual a sensação e há algum preparo especial para fazer um show duplo?
 RJ: A sensação é duplamente empolgante, pois são as duas bandas que ajudei a montar e crescer, portanto pelas quais tenho muito carinho e amor. O preparo é estar bem descansado e alimentado. O resto é ir para lá com muita vontade e animação, que tudo vai ser maravilhoso. Talvez eu leve uns aditivos para tomar entre um show e outro (proteína, vitaminas).

ARJ - O Hateen teve sua origem na Zona Leste em 1994, assim como outras tantas bandas que vêm se destacando no cenário Underground com a mesma origem. Qual sua opinião sobre o grande número de bandas da região (Zona Leste) que se destacam?
RJ: Sou de lá, da Zona Leste, então sou suspeito pra falar bem. Mas sinto que é uma região de São Paulo que vem crescendo não só no sentido geográfico, mas também em termos culturais e artísticos. O desenvolvimento econômico somado à intensidade (em todos os sentidos da vida) dos moradores da ZL têm propiciado um grande potencial, em vários aspectos. Desde que montamos o Hateen no Belenzinho e na Mooca, temos tocado em shows e festivais na Zona Leste, em especial na Penha e em Itaquera. Tomara que só continue a crescer, gosto muito da ZL.

ARJ - Acredita que o evento pode tanto aumentar a popularidade de uma banda consagrada quanto revelar novas bandas para o cenário?
RJ: Acredito que todo e qualquer show, independente do tamanho, tenha essa característica. Uma das coisas que sempre falo, quando me pedem dicas para as bandas que estão começando, é sempre irem tocar onde forem chamados. Em um caso desses, um festival deste porte, mais ainda, pois a visibilidade, o boca a boca é maior. Quanto ao fato de ser consagrada ou não, penso que toda banda nunca está com o jogo totalmente ganho, muito menos seus integrantes, pois, quanto maior o voo, maior pode ser a queda.

ARJ - Gostaria de deixar um recado para o pessoal que está interessado em ir ao evento ou para os fãs de Hateen e CPM 22?
RJ: Puxa, espero que vão e curtam. Da minha parte, é certeza que estou animado e feliz por poder tocar mais uma vez na Zona Leste e na minha cidade, São Paulo. Vai ser bem legal este dia, eu acredito, então, aproveito o espaço para chamar vocês que estão me lendo para irem curtir um festival de rock que, com certeza, vai ser bem agitado.


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Biquíni não será obrigatório no vôlei de praia nos jogos de Londres


Biquíni não será obrigatório no
vôlei de praia (Banco de Imagens)

Não será obrigatório o uso de biquíni pelas jogadoras de vôlei, que poderão usar roupas que cubram mais o corpo nos jogos de Londres. Decisão foi tomada pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB), com a intenção de dar mais opções para as participantes se vestirem. Essa nova regra permite o uso de tops com ou sem mangas e calças curtas de no máximo três centímetros acima do joelho. Há países com tradições religiosas que não permitem uso de biquíni e outras roupas curtas em mulheres.

Fontes: BBC, UOL, Saiu no Jornal.

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Livro retrata o trabalho de jornalistas mulheres em área de conflito

Foi lançado, no dia 8 de março, o livro “No Woman’s Land: On the Frontlines with Female Reporters”, pelo Instituto Internacional de Segurança Noticiosa (Insi). A obra traz 40 ensaios que descrevem as dificuldades de mulheres jornalistas na cobertura em áreas de conflito. O livro contém dicas de sobrevivência e é inspirado na trajetória da repórter Lara Logan, que, em 2011, sofreu agressões físicas e sexuais no Cairo, quando o presidente Hosni Mubarak foi deposto por uma rebelião popular-militar.
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Boeing investe mais de 5 milhões em centro de pesquisas de SP


Boeing construirá centro de pesquisas
em São Paulo (Banco de Imagens)

A Boeing lançará um centro de pesquisa e tecnologia aeroespacial neste ano em São Paulo. Os investimentos iniciais estão estimados em 5 milhões por ano. Os principais focos de pesquisas serão em biocombustíveis, gestão de tráfego aéreo, metais, biomateriais e tecnologias de apoio e serviços. O centro de pesquisa brasileiro será o sexto fora dos Estados Unidos. Uma pequena equipe trabalhará em parceria com universidades, centros de pesquisa governamentais e parceiros industriais. Os recursos serão usados para manter essa equipe e para financiar os projetos firmados nessas parcerias.

Fontes: Estadão, D24AM, Folha.
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Pop Art de um desconhecido


Por Artur Izak Faria, funcionário de uma grande livraria de São Paulo

    Eu acho difícil explicar, ou falar sobre, algo que não se sabe como começou. O primeiro registro que tenho em relação a alguma possível ligação com a arte é estar numa mesa tentando desenhar um brinquedo, ou algo similar, apenas olhando. E, claro, não conseguindo.

Depois, durante o ensino fundamental, Artes era a matéria em que mais me destacava, inclusive fazendo os trabalhos de casa para alguns amigos. Mas foi na graduação em Educação Artística que pude desenvolver e ver qual caminho meus trabalhos seguiriam e concluir pesquisas e estudos sobre movimentos, estilos e artistas, dos quais muitos são influências nos meus trabalhos. Andy Warhol, Keith Haring e os artistas da Pop Art, Tom Of Finland, Michael Breyette e a Queer Art, além dos artistas da arte contemporânea.

Como já comentado, meus trabalhos têm ligação com a Pop Art, na intenção de retratar os artistas ligados a ela, cantores, atores e algumas celebridades. Madonna, Angelina Jolie e Amy Winehouse são algumas entre elas, além da série inspirada no mártir de São Sebastião, nus masculinos, pôsteres de filmes e imagens religiosas feitas por encomenda.

Das exposições das quais participei, as de maior destaque foram o Salão de Arte da Universidade Cruzeiro do Sul e a Free Art. Na primeira, a obra escolhida por um corpo de júri foi ‘Sebastiane’, e na Free Art foram doados seis trabalhos.

A intenção da Free Art é que, ao fim de cada dia de exposição, os frequentadores podem levar pra casa a obra de que mais gostaram. Minha arte é o que sou, não tenho muito como descrever a sensação de fazer arte, é algo que apenas quem sente pode entender.

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Transporte em São Paulo é insuficiente para a demanda da Copa de 2014


Metrô em SP é mínimo em comparação
às linhas de Santiago e Seul
(Mariana Estevam)
De acordo com a revista ' The Economist', apesar dos avanços no transporte público de São Paulo, a estrutura ainda é insuficiente para atender às demandas da cidade. Segundo a publicação, os 71 quilômetros da rede do metrô, que transportam todos os dias milhares de pessoas, são mínimos para uma cidade com cerca de 19 milhões de habitantes. O artigo afirma ainda que o desenvolvimento no setor de transportes leva tempo e deve contar com a ajuda da iniciativa privada, além do dinheiro público, para crescer.


Fontes: Terra, BBC, G1.



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Bilíngues têm mais chances de retardar Alzheimer, diz estudo


O uso de duas línguas estimula o
controle cognitivo (Banco de Imagens)

Em recentes estudos, pesquisadores canadenses constataram que o cérebro das pessoas bilíngues está mais protegido dos declínios cognitivos e podem tornar tardio o aparecimento de doenças degenerativas. Os cientistas acreditam que, pessoas que exercem o uso de duas línguas estimulam regiões do cérebro que são básicas para a atenção geral e o controle cognitivo. O estudo comprova que o bilinguismo ajuda a atrasar em até cinco anos a aparição dos sintomas do Alzheimer.

Fontes: Estadão, Terra, Vírgula.
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Ônibus-biblioteca traça rota de conhecimento


O projeto da Prefeitura de São Paulo segue um roteiro de cultura, oferecendo acesso a gibis, livros e periódicos gratuitamente

Por Daniele Motta, Déborah Aranhos e Vitor Silveira

O ônibus traz cultura e conhecimento
para a população de várias regiões
de São Paulo (Déborah Aranhos)
O programa ônibus-biblioteca conta com 12 veículos para atender as regiões da cidade (norte, sul, leste e oeste), seguindo uma rota pré-estabelecida. É possível retirar as obras e devolvê-las uma semana depois, quando o ônibus voltar ao local.
O percurso atende a 72 pontos da cidade de São Paulo, dos quais, 24 são na Zona Leste. “Tentamos atender a maior parte dos pedidos da população, mas nem sempre é possível. Às vezes, já existe uma biblioteca pública próxima ou é em uma ladeira muito íngreme, ou uma rua muito estreita onde o ônibus não passa. Por isso, fazemos um estudo da localidade e do movimento na região, pois tentamos atender o maior número de pessoas”, explica Marta Nosé Ferreira, coordenadora do projeto. 
Para participar do programa, é necessário apresentar RG e um comprovante de residência. “Mas, se a pessoa não tiver nenhum dos dois, pode fazer a matrícula da mesma forma. Não proibimos ninguém de ter acesso aos livros, pois atendemos pessoas em situações críticas, como moradores de rua, ex-presidiários ou pessoas que tiveram suas casas alagadas”, esclarece Marta. 

O público é composto em maior parte, por crianças
 como Mateus Aparecido Alves da Silva Pereira, 9, que participa do projeto desde seus 5 anos. “O ônibus tem bastante livros legais. Os que eu mais gosto são revistas de super-herói”, relata Mateus.
Mãe e filho curtem juntos os livros
 disponibilizados pelo projeto
 (Déborah Aranhos)

O projeto encontra dificuldades em casos em que os pais querem proibir seus filhos de ler. “A experiência mais marcante que vivi no ônibus foi uma criança que chegou aqui chorando, falando que a mãe dela não queria permitir que ela lesse como uma forma de punição e a criança teve que pegar livros escondida. Outra criança chegou com um livro encharcado, que a mãe o molhou para que brigássemos com ela e ela não pudesse mais pegar os livros”, relata Cícero Danilo da Silva, 24, coordenador do roteiro da Leste 1.

Mas, com Jacileide Alves da Silva Pereira, 47, mãe de Mateus, é diferente. Ela incentiva seus filhos à prática da leitura e os acompanha até o ônibus. “Acho importante ter esse ônibus e acho que ele não deve sair daqui, já que não podemos ir à biblioteca, comprar livros, viemos aqui, pegamos os livros e fazemos a leitura em casa. Quando tenho tempo, até leio com ele”, relata Jacileide.

 A iniciativa nasceu em 1935, quando Mário de Andrade convenceu o então prefeito, Fábio Prado, da necessidade de levar livros à população, através de uma unidade móvel. O projeto foi interrompido durante a Segunda Guerra, mas, desde 1979, voltou a atender à população. 
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Abertas as inscrições para o Programa Bolsa Universidade em SP


Programa Bolsa Universidade
(Banco de Imagens)

Estarão abertas até 13 de abril as inscrições para o Programa Bolsa Universidade, com 6.650 vagas para diversas regiões do Estado. Os aprovados receberão bolsa integral e serão encaminhados para trabalhar como educadores no programa Escola da Família. Podem se candidatar às vagas os estudantes que concluíram o ensino médio, ingressaram em uma universidade conveniada ao programa, não recebem bolsa de estudos e tem disponibilidade para trabalhar aos fins de semana.


Fontes: Estadão. 
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Gastos com tablets causam polêmica


Deputados ainda tem a disposição
notebooks e computadores da
Assembléia (Alessandra Freires)

Alegando necessidade de modernização e economia de papel, cinco dos 26 Estados brasileiros já compraram tablets para seus deputados das Assembleias legislativas. O maior problema não foi a compra, e sim o investimento feito sem licitação, que atingiu uma média de R$2.500 por aparelho. Esse valor poderia variar dependendo da marca e do modelo escolhido por cada Estado. No Estado do Paraná, após divulgação em edital, a compra foi cancelada pela má repercussão na mídia.


Fontes: R7.
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Ibirapuera abriga a maior exposição de rock da América Latina


Acervo com 200 imagens raras
 impressiona. (Banco de Imagens) 

Feita em parceira com o Hall da Fama do Rock e de colecionadores, a exposição "Let's Rock" traz artigos raros, instrumentos, imagens e documentários sobre as maiores bandas de rock nacionais e internacionais. Além destes itens raros, o que chama a atenção é a organização por décadas, levando o público a uma verdadeira viagem no tempo até as bandas de rock atuais. A exposição acontece na Oca do Parque do Ibirapuera, e vai do dia 4 de abril até 27 de maio e promete agradar os fãs de rock.

Fontes: Folha, Estadão, Portal Cidade de São Paulo.
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Brasil perde 8 bilhões por não reciclar, diz pesquisa


Política de descarte e reutilização do lixo propõe uma cidade mais sustentável

Por Lucilene Oliveira, Suellen Grangeiro e Tamiris Gomes

Dados do Estudo do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) de 2010 revelam que o país perde R$ 8 bilhões com o não aproveitamento dos resíduos sólidos urbanos. Por conta desta estatística foi sancionada em 2010 a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS).

José Valverde Machado Filho, diretor do Departamento de Meio Ambiente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) e autor do estudo que resultou na lei estadual e nacional de destinação de resíduos sólidos, aponta esta política como fator essencial na efetivação de uma cidade sustentável. “A lei Nacional de Resíduos sólidos tramitou no Congresso Nacional por mais de 20 anos, mas chegamos a um modelo de legislação, um conjunto de diretrizes para tratar desse tema”, afirmou.

Além da questão da sustentabilidade, a lei determina que até 2014 não haja lixões no Brasil e trás o viés econômico e social da reciclagem na implantação da logística reversa. “Essa é uma lei ambiental, social e econômica, com o intuito de construir um conceito de política pública”, disse o diretor.

Em 2010 foram gerados 60 milhões de toneladas de resíduos sólidos urbanos. Só a cidade de São Paulo gera aproximadamente 15 a 17 mil de resíduos sólidos todos os dias. Destes 60 milhões 54 foram recolhidos e 57% foram enviados de maneira ambientalmente adequada ao aterro sanitário.

De acordo com Davi Amorim, do setor de comunicação do Movimento Nacional dos Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR), a PNRS prevê uma responsabilidade compartilhada. “Antes o responsável pelos resíduos sólidos era só o município, hoje é também o morador, as empresas que produzem e o poder público. Então, é um aparato de responsabilidades”, avaliou.

Dentro disso, o movimento propõe que as cooperativas realizem seu trabalho não mais de maneira gratuita, mas que os catadores, como garante a lei, façam parte da cadeia de gestão de reciclagem. Em São Paulo existem 21 cooperativas que são conveniadas pela Prefeitura local e mais 108 grupos de catadores não formalizados, de cooperativas e associações, que trabalham coletivamente, porém, sem o suporte da Prefeitura.

A consulta pública “Você no Parlamento”, viabilizada pela Rede Nossa São Paulo e Câmara Municipal de São Paulo, mostrou que em relação ao tema “Consumo e Meio Ambiente”  75% dos entrevistados optaram pela implantação de coleta seletiva e reciclagem de lixo em toda a cidade. Para que isso ocorra, de forma que haja articulação entre as esferas do poder público, o engajamento das entidades setoriais e participação da sociedade, é preciso de organização. 
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Benefícios do chocolate para a saúde


Além de gostoso, um benfeitor para
 saúde (Banco de Imagens)

Uma das maiores paixões mundiais, hoje o chocolate vem se tornando um forte aliado à saúde, pois suas substâncias causam grande satisfação. É um alimento nutritivo, contém as vitaminas A,B,C,D e E, além de ajudar a combater a depressão e a ansiedade. Entre seus benefícios, temos proteção contra derrames, ajuda no emagrecimento, melhor raciocínio, entre outros. O chocolate amargo é o mais indicado, por sua matéria-prima ser o chocolate. Deve-se manter o consumo moderado.


Fontes: Revista Saúde, Portal Minha Vida, Portal Mundo das Tribos.
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Número de participantes mulheres em atletismo dobra em SP


Número de mulheres
 no atletismo dobra
em São Paulo
(Banco de Imagens)
Foi constatado que, desde 2007, houve um crescimento de 101,86% no Estado de São Paulo entre as mulheres que praticam atletismo. Há cinco anos. elas eram 69.070 participantes, e em 2011 esse número subiu para 139.427 competidoras. Com esse aumento de participantes, houve um grande avanço em número de competições, que em 2001 foram apenas 11 provas reconhecidas, sendo que em 2011 a FPA (Federação Paulista de Atletismo) apoiou 298 eventos.






Fontes: R7, Revista Veja, Gazeta Esportiva.
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Presidente defende a indústria nacional e o trabalhador


Dilma defende o setor tanto de
 ações internas como de organismos internacionais
 (Flávia Firmino)

Ao anunciar um pacote de estimulo à economia, a presidente Dilma Rousseff se compromete em defender a indústria nacional. A desoneração da folha de pagamentos é uma das medidas para que o governo, junto às empresas, desenrole a questão do custo salarial, sem atingir os trabalhadores. A presidente quer manter o superávit primário e criar condições, reduzindo juros sem que cause um efeito negativo na indústria e no emprego.




Fontes: G1, UOL, Yahoo.
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Custo da construção residencial em SP aumenta no mês de março


Construir não está barato
como antes em São Paulo
(Banco de Imagens)

Com o sonho de ter a casa própria, muitos paulistanos optam por não pagar aluguel, já que o custo aumenta quase 20% anualmente. Porém, neste mês de março, o custo da construção residencial aumentou 0,4%, segundo dados divulgados pela SINDUSCON-SP. Também cresceu em 0,45% o custo com materiais de construção, enquanto os custos com mão de obra avançaram 0,37% no mês de março.



Fontes: ADVFN, Portal Jornal do Commercio, Revista Exame.
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Vacina contra a dengue será testada em humanos até junho


Vacina iniciará seus testes e pode
ser aplicada em três anos
(Banco de Imagens)

Será testada em humanos, até junho, na capital paulista, a vacina antidengue. Ela é tetravalente, isto é, tem mecanismos para agir contra quatro tipos de vírus da doença com uma dose somente. Pesquisas feitas pela Secretaria de Estado da Saúde indicam que os casos de dengue diminuíram cerca de 93% no Estado, em comparação com o mesmo período do ano passado. Mas, enquanto a vacina não chega, todos devem precaver-se e eliminar os focos de transmissão do mosquito Aedes Aegypti.


Fontes: Portal Manoel Andrade, INCOR Sorocaba, Folha de SP.
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Calçada mal conservada pode causar multa


Com a implementação da nova lei das calçadas, usuário do imóvel passa ser responsável por sua manutenção

Por Estefano Perez, Gustavo Trindade, Joaz Nunes


Calçada que impossibilita a passagem
de cadeirantes na Rua Nhatumani
 no bairro da Penha, São Paulo
(Estefano Perez)
A prefeitura de São Paulo começa ser mais rígida na vistoria e na punição de proprietários e usuários que não cuidam das calçadas de suas residências ou comércios. Com a implementação da nova lei o usuário do imóvel também poderá ser punido caso o passeio em frente seu imóvel não esteja em condições de transito para os pedestres, diferente do que previa a lei anteriormente quando punia somente os proprietários dos imóveis.

Jailson Sousa, 42, securitário, é usuário de cadeira de rodas  e defende a aplicação mais rigorosa da lei, “é muito difícil ser cadeirante em São Paulo. Diversas vezes tive que ser ajudado ou me ariscar no asfalto, espero que a nova lei mude isso”.  A prefeitura espera melhorar a qualidade de locomoção de pessoas como Sousa, pois o texto da nova lei define um espaço mínimo livre para circulação de 1,20m ante os 0,90m do texto anterior.

O micro empresário
Leonderci Souza
nos mostra uma calçada
quebrada em frente sua empresa
(Gustavo Oliveira)
Não é somente os portadores de deficiência física que gostaram da atitude de prefeitura em ser mais rigorosa na fiscalização das calçadas, o micro empresário Leonderci de Souza, 49, também se mostra favorável a maior rigidez da lei, “não podemos ter calçadas onde não se consegue andar, e corremos o risco de cair e se machucar”. Souza porem lembra que as responsabilidades também devem ser verificadas antes das punição, “ não podemos esquecer que a prefeitura quebra muitas calçadas e também deve receber multa, pois não é justo eles quebrarem minha calçada e eu ter que pagar multa”. 

José Roberto Mesquita, 45, coordenador de Projetos e Obras da subprefeitura da Penha, ressalta que os infratores serão devidamente identificados e multados, “a nova lei nos permite punir com mais rigor os infratores, uma vez que o valor da multa será de acordo com o tamanho do estrago”. Mesquita porem lembre que antes de aplicar a mula a prefeitura ira verificar o causador; “devera ser reparado por quem o causou e a multa será para quem quebrou seja um órgão publico ou não”. 

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Cai o número de leitores no país, segundo pesquisa


Cai o número de leitores no país.
(Banco de Imagens)

A pesquisa Retrato da Leitura no Brasil realizada pelo Instituto Pró-Livro em parceria com o Ibope Inteligência, mostra que o brasileiro está perdendo o hábito da leitura. Realizado com 5.012 pessoas de 315 municípios, com 5 anos ou mais, mostra a queda de leitores em 95,6 milhões em 2007 (55% da população estimada), para 88,2 milhões (50%) em 2011. A pesquisa também aponta o crescimento de atividades como ver televisão, assistir a filmes, navegar na internet e reuniões com amigos e família.



Fontes: G1.
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Medidas de estímulo à economia são anunciadas pelo governo

Plano maior visa  garantir meta
 de crescimento (Flávia Firmino)
O governo federal anunciou, no começo deste mês, novas medidas de estímulo à economia, dentro do Plano Maior, que está em sua segunda fase e visa ajudar a indústria a enfrentar os efeitos da crise internacional. Dentre as medidas, destacam-se as ações sobre o câmbio, na área tributária, incentivo ao setor de informação e comunicações e de redução de custos do comércio exterior e defesa civil. O governo espera garantir a manutenção do crescimento sustentável e o fortalecimento da economia.

Fontes: Folha, Band, Tribuna da Bahia. 
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Choque elétrico faz uma vítima a cada dois dias em São Paulo


Uso de protetores emborrachados
evita choques elétricos
(Banco de Imagens)

Uma pessoa morre a cada dois dias no Estado de São Paulo por conta de descargas elétricas. Apenas em 2011, mais de 167 pessoas morreram, segundo dados divulgados pela Secretaria da Saúde do  Estado de São Paulo, em sua maioria homens entre 30 e 49 anos. Também são evidenciados casos de crianças, que acabam recebendo as descargas ao empinar pipas perto da rede elétrica. É importante lembrar que, em caso de choque elétrico, deve-se desligar a rede ou os disjuntores do ambiente, antes de se procurar socorro.






Fontes: Folha, Terra e G1.


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Workshop sobre telejornalismo na Oficina da Palavra


A jornalista Heydi Vargas, pesquisadora da USP e da Unicamp, e professora do curso de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo, irá ministrar  um workshop sobre telejornalismo na Oficina da Palavra, na Barra Funda, em São Paulo. A atividade tem foco na  popularização da comunicação, da linguagem jornalística e de seus meios. Ideal para jornalistas e estudantes de comunicação. O evento acontece aos sábados, de 5 a 26 de maio, entre as 10h e as 13h. Com apenas 15 vagas, a inscrição é feita através de uma carta de interesse que deve ser entregue à coordenação, de 12 a 24 de abril.


Oficina da Palavra – Casa Mário de Andrade
Rua Lopes Chaves, 546 - Barra Funda
Cep: 01154-010 - São Paulo – SP

Mais Informações
Telefone: (11) 3666-5803 / 3826-4085
e-mail: casamariodeandrade@oficinasculturais.org.br
Funcionamento: Segunda a sexta-feira, das 13h às 22h e ao sábados das 10h às 14h

Fontes: Oficinas Culturais.
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Espaço para esporte e lazer na Zona Leste é ampliado


Parque de esporte e lazer na Zona Leste
 é ampliado (Banco de Imagens)

Se você acredita que as áreas para práticas de esporte da zona leste são escassas e antiquadas, significa que ainda não conheceu o Parque Jacuí. Localizado na altura do quilômentros 23 da Rodovia Ayrton Senna, o parque disponibiliza campos de futebol, quadras poliesportivas, pista de bicicross, campo de areia para vôlei de praia, pista de skate, vestiários, além de estacionamentos e áreas de lazer. O parque vem sendo ampliado desde sua criação, em 2010. Em breve se tornará o maior parque linear do mundo. 

Fontes: Portal Subprefeitura São Miguel, São Miguel Hoje, Portal Governo de São Paulo.

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Palestra sobre comunicação em redes sociais


A escola de comunicação 'Comunique-se' oferece curso sobre comunicação nas redes sociais, explorando a percepção das redes sociais no Brasil, geração de conteúdo e os desafios na era digital para o profissional da área. O curso será ministrado pelo jornalista, professor universitário e mestre em comunicação André Rosa e acontece no dia 16 de junho, das 09h às 18h no Espaço Paulista. O curso é destinado principalmente aos profissionais e estudantes de comunicação. As inscrições são feitas pelo site da escola e o investimento é de R$ 390,00.


Espaço Paulista
Av. Paulista, 807 – 17º andar, conjunto 1718 – Cerqueira César

Mais Informações
Telefone: (11) 3897-0860
E-mail: cursos@comunique-se.com.br
Atendimento de segunda a sexta-feira, de 9h às 18h

Fontes: Escola de Comunicação.
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Com o dólar baixo, brasileiros fazem mais cursos no exterior


Intercâmbios podem ser a solução para a crise econômica de um país

Por Gabriela Gundim

O sonho de estudar fora do Brasil e buscar novas oportunidades já é possível para milhares de pessoas. A crescente oferta, a concorrência entre cursos e o dólar em baixa são fatores que têm estimulado um número cada vez maior de brasileiros a buscar qualificação fora do país.

“O dólar baixo foi um fator que incentivou os brasileiros a fazerem mais intercâmbios, mas essa motivação não está só ligada a isso, e sim ao reconhecimento do crescimento profissional e pessoal que estudar fora do país pode trazer, até porque, nos últimos meses, o dólar só aumentou e a procura pelas agências continua a mesma”, afirma Cynthia Suzana, trade marketing de uma agência de intercâmbio.

Larissa afirma que turismo
envolve muito dinheiro
(Gabriela Gundim)
Com o efeito da crise econômica, o presidente Barack Obama junta o útil ao agradável e facilita a entrada de brasileiros nos Estados Unidos. O fato é que o país recebe intercambistas visando o lucro econômico que é proporcionado por eles. Pesquisas comprovam que cada adulto ou estudante que vai até os Estados Unidos, por exemplo, gasta em média cinco mil dólares por viagem.

A estudante Larissa Bio, 19, que viajou para Miami no ano passado, contou que ficou impressionada com o quanto gastava. “Quando você está lá, você convive com tantos produtos muito mais baratos do que aqui no Brasil que quer comprar tudo”, comenta.

O estudante Danilo diz que
é necessário fazer intercâmbio
hoje em dia (Gabriela Gundim)
Danilo Diógenes, 20, estudante de Economia, diz ser muito interessado em fazer um intercâmbio e reconhece o estímulo ao desenvolvimento financeiro da nação. “Quando uma família recebe um intercambista, muitas vezes, ela é reembolsada pelo governo do país, ou seja, todo mundo sai ganhando”.

O país capitalista utiliza como referência três princípios básicos: liberdade para o consumo, igualdade na oportunidade posterior à posse privada da terra, dos recursos e dos territórios e fraternidade como escolha individual de ajudar, ou não, ao próximo.
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